Coroca

Coroca

Coroca. Palavra indígena que define: 1. Volta ou nó na linha de pesca. 2. Caduco; decrépito. 3. Pessoa muito velha. Em Tupi-Guarani significa literalmente “resmungar, sussurro”. E lá se vive da pesca e se vive de conhecimento passado de geração a geração através da oralidade dos caducos e decrépitos e muito velhos. As crianças vivem Leia mais …

Dança do Carimbó

Dança do Carimbó

Carimbó é uma dança de roda do litoral do Pará considerada como uma dança de gênero, tem origem indígena que miscigenou-se com a cultura africana e também com a cultura portuguesa. Uma dança que apresenta influência de três povos, africana pelos batuques, a indígena pelos instrumentos musicais – chocalho e banjo – e por último Leia mais …

O valor de uma imagem

O valor de uma imagem

Uma imagem vale mais que mil palavras. Vale mesmo! E sabe por quê? Porque uma imagem pode ser interpretada com tantas nuances diferentes que mesmo com mil palavras cada um de nós não seria capaz de descrevê-la igualmente. Por que não? Porque interpretamos tudo o que vemos com base nas nossas referências adquiridas ao longo Leia mais …

Fui feliz, de novo

Fui feliz, de novo

No barco fez-se leito e fez-se banho. Fez-se também a ceia, fez-se o nosso canto. Pensar que ali no meio da imensidão das águas um pequeno espaço fez-se múltiplo. Multifuncional. Aqui na cidade, mergulhados em meio ao consumismo criado por nós, precisamos de espaço para almoçar, outro para o jantar, um quarto para dormir, outro Leia mais …

Artesanato de Palha de Tucumã

Artesanato de Palha de Tucumã

Árvore da família das palmeiras, ela chega a medir de 10 a 15 metros de altura, nativa da região Amazonas, suas folhas fornecem uma fibra resistente utilizada no artesanato para fazer trançados e desenhos que representam a cultura tapajônica e marajoara. As mulheres das comunidades ribeirinhas da região de Santarém – Pará, colhem as hastes Leia mais …

Esse cara é o Tapajós

Esse cara é o Tapajós

De uma turma tão mista, eis que finalmente conseguimos concretizar um dos nossos maiores desejos: dar uma cara às nossas águas, aos nossos rios. O Tapajós era um cara, um cara não, “o cara” articulado. Sabia das histórias de quase toda a comunidade, sempre com um “causo” para contar, mas não era qualquer “causo” não. Leia mais …

Boninês

Boninês

Personagem típico ribeirinho, Raimundo Bonifácio, nosso comandante a bordo. Representante da comunidade da Coroca e um pescador com uma linguagem própria, fundada em narrativas e suas expressões próprias. Durante a viagem pude anotar algumas palavras peculiares desse típico protagonista Amazônico: “Banzé” = maré “Jaraqui” = barco pequeno para transportar poucas pessoas “Cadê o Jaraqui?” (jaraqui Leia mais …